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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Simplesmente complicado...!

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Complicado, mas divertido, como todos nossos sentimentos e relacionamentos...como a vida!

O filme é uma comédia romântica com cenas de sexo, drogas e muita confusão!

Alec Baldwin é casado com a Meryl Streep, se envolve com uma menina jovem e se separa da Meryl. A menina foge com outro homem, volta grávida, ou com filho pequeno, não sei. Eles se casam. Anos depois, a Meryl está poderosa e ele está tendo todos os problemas que um casamento pode ter: discussões sobre rotina, dinheiro e tempo, falta de tesão...tudo que quem é ou já foi casado conhece muito bem. Óbvio que ele se apaixona pela Meryl novamente. A admiração por ela ser quem é, por ter cuidado tão bem dos filhos sozinha, por ter feito o que sempre quis fazer...enfim, por perceber que ela foi capaz de se resolver. Eles acabam se envolvendo sexual e sentimentalmente de novo. Mas ela conhece outra pessoa enquanto isso acontece. E o cara é o cara! Quem faz o papel é o Steve Martin...divertido, bonito, sensual...tudo de bom. E, além do mais, ela não quer ser a amante. (É chato ficar esperando pra ver se ele pode te dar um tempinho ou não!). Ela tenta deixar isso claro pro ex-marido – e atual amante, mas ele não entende (ela não sabe desenhar!). Ele larga da atual e volta pra casa – “a pedido dos filhos” - por um tempo. Nesse tempo, ele consegue estragar tudo entre ela e o novo namorado. No fim todo mundo acaba sozinho...muito divertido! Hahhaah

Não, falando sério, muito real mesmo. E eles são meio que bem resolvidos, todos eles. A atual mulher, a ex, ele, o namorado, os filhos. Chega dar inveja.

É um filme divertido, de verdade. Tem umas cenas muito boas. Bem, talvez não tenhamos a mesma opinião... mas na segunda cena já dá pra perceber o quão unida é a família e o quão divertido é o genro, namorado da filha mais velha. Uma delícia...

Ok. Tudo isso pra falar que o filme mostra não só como são complicados nossos sentimentos, nossos relacionamentos, mas também como são gostosas algumas coisas simples da vida – como fazer Croissant com seu novo paquera às três da manhã, ou como é gostoso almoçar com quem gostamos, fazer a comida favorita, mostrar como nos importamos.

(Eu falando isso e meu namorado trazendo café na cama pra mim...muito importante! Hehehe...é um fofo!)

Eu não acho certo a moral ocidental sobre casamento, em que depois de se casar você se torna dono do outro e o outro dono de ti, tanto quanto não acho certo a da Índia, em que são os pais quem escolhem (ou escolhiam?) os casamentos para os filhos. Porém isso não me faz ter coragem de enfrentar tudo e todos nem pelo que penso, nem pelo que sinto. Mas é interessante ver esse filme e pensar nisso, sabe? Sei lá, porque talvez nenhum de nós estejamos certos, talvez não devesse existir nenhuma regra em relação a isso. Regras devem existir no trânsito, apenas para evitar acidentes, não por serem ordens. Talvez cada casal e cada momento deviam criar suas próprias normas. Talvez a sociedade (nós!) ajudasse mais se palpitasse menos.

Sei lá, eu nunca sei de nada, mas eu tenho uns palpites que, claro, não passam de muita intuição e pouco conhecimento. Mas procuro conhecer, e cada dia mais me convenço que minha intuição tem uma certa razão.

Como diz minha amiga Viviane: O jeito é ir vivendo. Já que a vida não tem manual de instruções, e as que me deram não foram assim tão certas, vou concordar com ela e tentar me divertir ao máximo pelo menos.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Música!!!

Especialmente para a pessoa mais especial do mundo: meu namorado!

Eu amo você...porque..."é você que é meu grande amor da minha vida"...!!!

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Minha despedida ao Nildo Parente

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Eu fui assistir um curta que recebi há semanas do Ney com o Nildo fazendo um par romântico. Quis saber um pouco da vida do Nildo e...descobri que morreu há 8 dias...

Bem, é a vida...a avó dos meus primos morreu ontem, milhares de pessoas estão morrendo hoje, mas, pela coincidência, decidi postar uma "despedida".

Posto porque achei ótima a curta-metragem. Tão real, tão romântico, tão atual.

Posto mais pela história, pouco pela despedida em si.